Professores entram em estado de greve contra reforma de Bolsonaro e por reajuste

do dia 22/04/2019
Em assembleia no centro de São Paulo, trabalhadores da rede pública estadual anunciaram greve para 26 de abril. Eles lutam contra a reforma da Previdência, além de exigir reajuste de 14,54%

Professores da rede estadual de ensino aprovaram hoje (22), em assembleia, estado de greve contra o projeto de “reforma” da Previdência do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que dificulta o acesso à aposentadoria. A paralisação será definida em 26 de abril, após encontros regionais promovidos pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp). A decisão foi tomada em ato neste Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência, que lotou a Praça da República, no centro da capital.

Logo no início da tarde, centenas de professores já ocupavam a praça, na região central da capital paulista. Além de rechaçar o projeto de Bolsonaro, eles exigem um reajuste salarial de 14,54% para a categoria. Já por volta das 16h, a organização anunciou o número de 15 mil servidores que tomavam as ruas do entorno da praça. A Apeoesp, que pretende unificar o movimento com outras categorias, anunciou ainda construir com as centrais uma greve geral nacional dos trabalhadores de educação.

Outro ponto abordado pelos professores foi o lançamento da campanha “Livros Sim, Armas Não”, contra a política armamentista de Bolsonaro, que tenta facilitar o acesso dos cidadãos às armas de fogo. “Não queremos a militarização das escolas, queremos mais funcionários, queremos equipes multidisciplinares e mais professores”, disse a presidente da Apeoesp, a deputada estadual Maria Izabel de Azevedo Noronha, a Bebel.

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